carregando
logo

Artigo

ARAPUTANGA: Vala forma atoleiro e interdita parte do tráfego próximo à Cadeia Pública

access_time chat_bubble_outlineCidades
FONTE

A Gestão Púbica Municipal está em grande dívida com os munícipes de Araputanga e, a cada dia parece que é maior, o relato de infortúnios do povo. A população grita S.O.S, a uma só voz, pois se não falta água, a iluminação pública inexiste em algumas ruas e, buracos existem e vão surgindo às centenas.

A Redação da Folha recebeu, na noite de ontem (14), a informação sobre interdição ao tráfego no cruzamento das ruas Mem de Sá com Duque de Caxias, próximo à Cadeia Pública de Araputanga.

A reportagem foi até ao local para constatar o fato e encontrou a esquina indicada, com pedaços de madeira que impedem a trafegabilidade; quem quiser passar, que procure outra rua. 

ATOLEIRO

A reportagem não conseguiu conversar com vizinhos, para checar a informação que o problema do atoleiro que levou à interdição da esquina, ocorre porque alguém cavou um buraco para colocar tubulação canalizadora de dejetos até a galeria de águas pluviais, fato que está proibido, mas não foi possível confirmar se de fato o atoleiro procedo desse suposto ato. 

Uma pessoa confirmou à Redação que na esquina (foto) já atolou veículo de passeio, caminhão e, pelo menos um motoqueiro foi ao chão quando trafegava pelo local. o buraco teria sido feito com auxílio de uma retroescavadeira ainda não identificada.

DESACONSELHA-SE

Como terceiro governador geral do Brasil, Mém de Sá deveria receber mais atenção dos gestores que seguramente podem cuidar com mais zêlo, dessa e de todas as outras Ruas e Avenidas da cidade.

A Rua Mém de Sá, em Araputanga, surge como derivação da Rua Arthur Francisco Xavier e, diga-se de passagem, os primeiros cinquenta metros dela, a partir da Francisco Xavier, não se recomenda que nenhum condutor adentre comseu veículo, tendo em vista precariedade devido à ariedade de buracos. 

Já na esquina com a Rua Duque de Caxias tem o atoleiro citado e, depois do cruzamento com a Av. 23 de Maio, até o escritório da Energisa as condições também, são péssimas, de forma que o condutor de veículo e até o pedestre, se puder, deve evitar o trecho que não tem nem quinhentos metros de extensão; a única solução em favor dos moradores é a Administração pública refazer todo o asfalto da extensão da Rua Mém de Sá.